Hoje não me apetece escrever...
Quero sair estouvadamente por aí,
lamber as estrelas, rolar num charco como uma cria,
saltar refeições.
Aborrecem-me as etiquetas. Que se lixe a gravata e o sapato imaculado,
Quero borrar a cara, que seja com o teu batom!,
sim, o mais vermelho.
Não quero que me levem a sério,
muito menos que me tomem por sério.
Riam comigo,
Sorvamos gasosa barata como se fosse champanhe,
que voem bolas de papel e trapos pelo ar.
Quero varar a noite contigo à espera da primeira lágrima.
Quero saber a que sabem as tuas.
Espero que saibam a riso.
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