quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Os enjoos exauriam-lhe as forças do corpo e da alma. Não se lembrava de nada do que havia acontecido na noite anterior. Um sabor forte a absinto enchia-lhe a boca. Sabia que não suportava aquilo, bebida demoníaca que lhe inebriava o cérebro, a fazia pairar sobre mundos estranhos, fazia-a outra.
Deitou novamente fora o que não tinha no estômago.
- Bebe isto!
A voz de Patricio soava-lhe longínqua.
- Toma! Bebe!
- não...
Desapareceu novamente a caminho da casa de banho. Aquela cor vagamente verde do chá...

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